17° e 18° DIAS 09 e 10 JUL: UM DIA AO MAR E FINAL DA VIAGEM


Nosso último dia de cruzeiro foi de navegação pelo mar báltico. Como Estocolmo, que seria nosso porto de desembarque, estava bem perto de Riga o navio ficou navegando bem devagarzinho, parecia até que estava parado, para gastar o dia ao mar. E assim foi “se arrastando” até chegarmos a Estocolmo na manhã do dia 10.
        Nesse dia a bordo, tivemos o sol por companhia, e aproveitamos para curtir o navio já que nos demais dias sempre tínhamos excursões em terra. E lá fomos nós para a academia, piscina, minigolfe, bar da piscina.....






        Depois do almoço, arrumar as malas que à noite tínhamos que deixa-las no corredor para o desembarque até as 23 horas.
        Ao final da tarde assistimos um show de danças e acrobacias no Centrum - aquele que tinha sido cancelado devido ao mau tempo. O show da noite foi com um artista francês, Jaz Danion, que realizou um espetáculo de malabarismo muito bom.

        No dia seguinte tínhamos que desembarcar as 8:30 h, portanto acordamos cedo para finalizar as bagagens, tomar café etc. O desembarque foi tranquilo e pontual e ao chegar ao cais, nossas malas já estavam lá.



        Nosso voo de volta era as 18:30 h, logo teríamos uma longa espera pela frente e resolvemos fazer tudo sem pressa. Andamos até o ponto do ônibus (não sem antes comprar o ticket no balcão de informações, pois não é vendido a bordo) e pegamos nosso conhecido N. 01 que nos levou até a Estação Central. Como era domingo, nada de trânsito e foi bem tranquilo andar com as malas no ônibus que também estava bem vazio. O motorista muito solícito e bem paciente até que subíssemos e descêssemos com as malas.
        Na Estação Central pegamos um trem – Arlanda Express – para o aeroporto de Arlanda. Ticket comprado na maquininha, com descontos progressivos para o número maior de passageiros. O trem parte a cada 15 minutos e a viagem dura 20 minutos, com uma velocidade de até 200 km. As poltronas são confortáveis, há um lugar específico para as malas, e há wifi grátis a bordo.





          O Aeroporto de Arlanda tem 5 terminais, e uma área central chamada Sky City com lojas, restaurantes e hotéis. O trem para em dois terminais e você já desce dentro do aeroporto.
       Fizemos o nosso check-in nos totens (nem havia check-in pessoal), entregamos as malas e fomos almoçar e dar um rolé pelo aeroporto até a hora de ir para a área de embarque.
            O voo saiu no horário com destino a Munique. Outro aeroporto enorme, organizado, cheio de lojas, restaurantes etc... Andamos feito uns condenados, em esteiras rolantes, escadas, pegamos o trenzinho para mudar de terminal e embarcamos no próximo voo para São Paulo. A viagem foi tranquila e chegamos pontualmente em SP. Aí foi a mesma rotina – malas, freeshop, alfândega (sem problemas; acho que eles não ligam muito para quem vem da Europa, pois lá não é lugar de compras) e novo voo para casa – finalmente, depois de 30 horas, chegamos em casa, exaustos porém felizes por mais um sonho realizado.

16° DIA 08 JUL: RIGA


Nosso último porto de parada foi Riga, capital da Letônia, outro pequeno país báltico. Para nossa alegria, o sol voltou facilitando a nossa vida de turista.

Contratamos a excursão “Riga City Tour”, com duração de 3 ½  para nos levar a conhecer a cidade, que finalizaria com um concerto de órgão dentro da catedral.
O porto fica bem longe da cidade. Aqui também havia um shuttle bus para as pessoas que não iam usar as excursões. Esse serviço custava 12 dólares. Na cidade também vimos um ônibus de hop on hop off. (Nós sempre preferimos usar as excursões do navio pois tínhamos preferencia para sair do navio, tínhamos certeza de chegar no horário certo antes da saída do navio).
Ao longo do deslocamento do porto até a cidade a guia foi contando sobre a cultura e a história do país, que muito se parece com a da vizinha Estônia. Os mesmos períodos de dominação, o mesmo tempo como nação livre, o mesmo sentimento em relação aos soviéticos, etc..., embora essa guia tenha sido bem mais comedida em seus comentários.
Biblioteca
A Letônia tem cerca de 1.8 milhões de habitantes e a cidade de Riga, 700.000 habitantes. Também tem sua renda proveniente de madeira e serviços de logística portuária.
A cidade de Riga é muito simpática, limpa, organizada. Seus prédios são exemplos de art nouveau, cheios de detalhes nas fachadas.






Depois de rodar de ônibus por algumas ruas, paramos e fomos caminhar pelas ruas da cidade antiga. Logo na chegada vimos o prédio da prefeitura, a sede do Governo Federal, e o Museu da Ocupação da Letônia. 





Mais adiante, pedaços da parede medieval antiga. Em uma praça, um monumento do músico de Bremen com os animais. Reza a lenda que você deve toca-los para voltar à cidade.






Continuamos caminhando por ruas simpáticas, tudo muito florido até uma praça onde há um Teatro Russo e vários outros prédios imponentes. Fomos até casas antigas chamadas “As Três irmãs” que são três casas estreitas muito antigas que retratam  como eram as casas em épocas passadas. Vimos algumas igrejas; o monumento à resistência à ocupação russa quando da independência em 1991 – as pessoas foram chamadas às ruas para defender os prédios públicos e acendiam fogueiras para se aquecer, e com seus corpos impediam a entrada dos tanques russos. Passamos pelo Banco da Letônia e continuamos caminhando até a Catedral, onde ouvimos a um belo concerto de órgão.















De volta ao navio, almoçamos e fomos descansar. À noite, mais um show de produção da própria equipe – mais um musical. Tecnicamente foi bom, mas o tema estava meio perdido! Depois um pulo na boate para uma Noite Latina.