Nosso
último porto de parada foi Riga, capital da Letônia, outro pequeno país
báltico. Para nossa alegria, o sol voltou facilitando a nossa vida de turista.
Contratamos
a excursão “Riga City Tour”, com duração de 3 ½
para nos levar a conhecer a cidade, que finalizaria com um concerto de
órgão dentro da catedral.
O
porto fica bem longe da cidade. Aqui também havia um shuttle bus para as pessoas que não iam usar as excursões. Esse
serviço custava 12 dólares. Na cidade também vimos um ônibus de hop on hop off. (Nós sempre preferimos
usar as excursões do navio pois tínhamos preferencia para sair do navio,
tínhamos certeza de chegar no horário certo antes da saída do navio).
Ao
longo do deslocamento do porto até a cidade a guia foi contando sobre a cultura
e a história do país, que muito se parece com a da vizinha Estônia. Os mesmos
períodos de dominação, o mesmo tempo como nação livre, o mesmo sentimento em
relação aos soviéticos, etc..., embora essa guia tenha sido bem mais comedida
em seus comentários.
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| Biblioteca |
A
Letônia tem cerca de 1.8 milhões de habitantes e a cidade de Riga, 700.000
habitantes. Também tem sua renda proveniente de madeira e serviços de logística
portuária.
A
cidade de Riga é muito simpática, limpa, organizada. Seus prédios são exemplos
de art nouveau, cheios de detalhes
nas fachadas.
Depois
de rodar de ônibus por algumas ruas, paramos e fomos caminhar pelas ruas da
cidade antiga. Logo na chegada vimos o prédio da prefeitura, a sede do Governo
Federal, e o Museu da Ocupação da Letônia.
Mais adiante, pedaços da parede medieval antiga. Em uma praça, um monumento do músico de Bremen com os animais. Reza a lenda que você deve toca-los para voltar à cidade.
Continuamos
caminhando por ruas simpáticas, tudo muito florido até uma praça onde há um
Teatro Russo e vários outros prédios imponentes. Fomos até casas antigas
chamadas “As Três irmãs” que são três casas estreitas muito antigas que
retratam como eram as casas em épocas
passadas. Vimos algumas igrejas; o monumento à resistência à ocupação russa
quando da independência em 1991 – as pessoas foram chamadas às ruas para
defender os prédios públicos e acendiam fogueiras para se aquecer, e com seus
corpos impediam a entrada dos tanques russos. Passamos pelo Banco da Letônia e
continuamos caminhando até a Catedral, onde ouvimos a um belo concerto de órgão.
De
volta ao navio, almoçamos e fomos descansar. À noite, mais um show de produção
da própria equipe – mais um musical. Tecnicamente foi bom, mas o tema estava
meio perdido! Depois um pulo na boate para uma Noite Latina.





























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