16° DIA 08 JUL: RIGA


Nosso último porto de parada foi Riga, capital da Letônia, outro pequeno país báltico. Para nossa alegria, o sol voltou facilitando a nossa vida de turista.

Contratamos a excursão “Riga City Tour”, com duração de 3 ½  para nos levar a conhecer a cidade, que finalizaria com um concerto de órgão dentro da catedral.
O porto fica bem longe da cidade. Aqui também havia um shuttle bus para as pessoas que não iam usar as excursões. Esse serviço custava 12 dólares. Na cidade também vimos um ônibus de hop on hop off. (Nós sempre preferimos usar as excursões do navio pois tínhamos preferencia para sair do navio, tínhamos certeza de chegar no horário certo antes da saída do navio).
Ao longo do deslocamento do porto até a cidade a guia foi contando sobre a cultura e a história do país, que muito se parece com a da vizinha Estônia. Os mesmos períodos de dominação, o mesmo tempo como nação livre, o mesmo sentimento em relação aos soviéticos, etc..., embora essa guia tenha sido bem mais comedida em seus comentários.
Biblioteca
A Letônia tem cerca de 1.8 milhões de habitantes e a cidade de Riga, 700.000 habitantes. Também tem sua renda proveniente de madeira e serviços de logística portuária.
A cidade de Riga é muito simpática, limpa, organizada. Seus prédios são exemplos de art nouveau, cheios de detalhes nas fachadas.






Depois de rodar de ônibus por algumas ruas, paramos e fomos caminhar pelas ruas da cidade antiga. Logo na chegada vimos o prédio da prefeitura, a sede do Governo Federal, e o Museu da Ocupação da Letônia. 





Mais adiante, pedaços da parede medieval antiga. Em uma praça, um monumento do músico de Bremen com os animais. Reza a lenda que você deve toca-los para voltar à cidade.






Continuamos caminhando por ruas simpáticas, tudo muito florido até uma praça onde há um Teatro Russo e vários outros prédios imponentes. Fomos até casas antigas chamadas “As Três irmãs” que são três casas estreitas muito antigas que retratam  como eram as casas em épocas passadas. Vimos algumas igrejas; o monumento à resistência à ocupação russa quando da independência em 1991 – as pessoas foram chamadas às ruas para defender os prédios públicos e acendiam fogueiras para se aquecer, e com seus corpos impediam a entrada dos tanques russos. Passamos pelo Banco da Letônia e continuamos caminhando até a Catedral, onde ouvimos a um belo concerto de órgão.















De volta ao navio, almoçamos e fomos descansar. À noite, mais um show de produção da própria equipe – mais um musical. Tecnicamente foi bom, mas o tema estava meio perdido! Depois um pulo na boate para uma Noite Latina.





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