Nossa
primeira providencia do dia foi ir a pé ao Centro de Atendimento aos
Visitantes, que ficava logo ao lado da Estação Central, em frente ao Tivoli
Parque, para adquirir o Copenhagen Card, que dava direito a todo tipo de transporte
público e admissão em inúmeras atrações na cidade e fora dela (http://www.copenhagencard.com/).
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Também
é possível fazer o download do APP grátis que traz as informações direto no
celular, bem como comprar com antecedência pela internet. O transporte inclui
ônibus, metrô, barco, trem urbano e interurbano, abrangendo toda a área de interesse
em torno de Copenhagen (Zelândia do Norte).
Copenhagen Card
·
Descontos em atrações,
restaurantes e entretenimentos
·
Duas crianças com menos de 10
anos - grátis.
PREÇOS (DKK)
PERÍODO
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ADULTO
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CRIANÇA
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24 horas
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379,00
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199,00
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48 horas
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529,00
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269,00
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72 horas
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629,00
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319,00
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120 horas
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839,00
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419,00
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Depois
de comprarmos nosso Card, saímos caminhando em direção ao centro, ou a Kungs
Nytorv e Nyhavn. Passamos pelo Tivoli e pela Praça da Prefeitura (Radhus
Pladsen) e entramos pela Stroget (rua de pedestre), no caso a Frederiksgade.
Continuamos passando pela Nytorv e Gammeltorv. Como era sábado, as ruas estavam
cheias de gente e havia muitos estudantes levando “trote” na rua, com fantasias
e tocando instrumentos. A toda hora passavam caminhões com muitos estudantes em
cima fantasiados cantando e bebendo – é uma comemoração típica deles ao término
do curso.
Prosseguimos
por Amagertorv e Ostergade até Kungs Nytorv, a praça principal que estava em
obras para construção da nova estação de metrô. Ali se localizam o Hotel
d’Anglaterre, o Royal Theatre e Charlottenborg. Mais adiante, à beira do canal,
as típicas casinhas coloridas de Nyhavn, de onde saem os passeios de barco
pelos canais. Ao longo da rua de pedra, inúmeros restaurantes. Aproveitamos o
lindo dia de sol e fizemos um Tour pelo canal e vendo inúmeras atrações como o
Teatro da Ópera, o Palácio Real, a estátua da Pequena Sereia, etc...
Nas
margens dos canais há milhares de barcos de todos os tamanhos e modelos. Eles
aqui são muito ligados aos barcos, ligados não, “fanáticos”. Há inclusive
barcos de aluguel e vimos grupos de pessoas (às vezes pais com crianças, às
vezes grupos de amigos) nesses pequenos barcos a motor, bem simples, apenas com
uma mesa central, fazendo uma espécie de piquenique e navegando bem devagar
pelos canais.
Depois
do passeio seguimos caminhando até o Jardim Real onde fica o Palácio Rosenborg,
hoje um museu da realeza. Esticamos até o Jardim Botânico, logo em frente,
muito bonito e bem cuidado, e voltamos caminhando para o hotel. Caminhamos
bastante, passando por quase todas as áreas e atrações que nos dias seguintes
iríamos voltar e adentrar.
À
noite saímos para jantar no restaurante Nytorv, na praça do mesmo nome, um bom
restaurante, com preços aceitáveis. Desta feita nos deslocamos de ônibus para
conhecer, experimentar e avaliar a facilidade de usá-los.
O que
mais nos impressionou aqui em Copenhagen foi o trânsito de bicicletas – aliás,
isso já tinha nos chamado a atenção há 22 anos. Parece que todos estão andando
de bicicleta – jovens, velhos, crianças. Usam como meio de transporte, levam
filhos, levam compras, bagagens, etc... As bicicletas são simples, poucas têm
marchas, mas inúmeras delas possuem acessórios (cestinhas, reboque para criança
ou carga, cadeira de bebê, etc...).
Todas
as ruas têm ciclovias dos dois lados, há sinal de trânsito específico para as
bikes e pistas de conversão e há inúmeros locais de estacionamento, inclusive
de dois andares, com rampas nas escadas. Em frente à estação de trem há um
enorme estacionamento de bikes, o que nos dá a impressão que as pessoas vêm de
longe de trem e pegam a sua bike para deslocar para o trabalho. Ao final do dia,
deixam-nas ali para uso no próximo dia de trabalho. Disso podemos deduzir que
eles possuem em casa outra bike para o uso doméstico, recreativo,
deslocamentos, passeios ou condicionamento físico.
Algumas
bikes são elétricas e são equipadas com GPS, inclusive as para alugar. A
maioria usa uma trava da própria estrutura da bike que prende o pneu traseiro
e, aparentemente, não existe a preocupação com roubos, pois encontramos bikes
de todos os tipos e modelos, na rua, sem estar atrelada com correntes ou
qualquer outra coisa. As pessoas trafegam de bike em todos os horários,
inclusive com muita gente pedalando à noite, deslocando com elas para todos os
tipos de atividades – inclusive para as baladas. Aparentemente, devido a isso,
o trânsito de carros é bem tranquilo, com poucos carros nas ruas e não vimos
engarrafamentos.




















































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