4° DIA 26 JUN: CASTELOS DE FREDERIKSBORG E KRONBORG


A programação de hoje era a visita a dois castelos fora de Copenhagen. Nosso Copenhagen Card nos dava acesso ilimitado ao transporte público e também incluía a entrada em ambos os castelos – logo, não teríamos que pagar mais nada a não ser nosso almoço.
A primeira parada era na cidade de Hilerod. O trem parte da estação central a cada 15-20 minutos e a viagem dura cerca de 50 minutos. A partir da estação, é possível caminhar por cerca de 30 minutos até o castelo ou tomar um ônibus ali mesmo, também incluído no Card, e chega-se ao castelo em uns 10 minutos.









O castelo data do reinado de Christiano IV (1588-1648) e foi restaurado após um incêndio em 1859. Desde 1878 abriga o Museu Dinamarquês de História Nacional, apoiado pela Fundação Carlsberg. Ele contém salas imponentes e bem conservadas como a Capela, A Rosa, a Sala de Audiências e o Grande hall, e abriga uma coleção importante de quadros e retratos históricos e exemplos de arte decorativa louças e mobiliário da história da Dinamarca.



































Após a visita, voltamos para a estação onde almoçamos no Café da Estação. Também poderíamos ter deixado para almoçar em Helsingor onde havia mais opções. Em seguida pegamos o trem para a cidade de Helsingor, no litoral norte, no estreito de Øresund em frente à Suécia. Os trens saem a cada 30 minutos e levam 45 minutos até o destino.








Da estação é possível ver o castelo a uma distância de uns 400 metros, logo após o cais de onde saem os ferry-boats para a cidade de Helsingborg na Suécia.


  




O castelo de Kronborg é conhecido por ser o castelo de Hamlet. Embora Shakespeare nunca tenha saído da Inglaterra, este castelo foi usado como inspiração para esta trágica história. O castelo em estilo Renascentista data de 1588, tem torres espiraladas e colunas, é bem sombrio, com grossas paredes, inúmeras salas com móveis, quadros. Neste ano em que é celebrado os 400 anos de Shakespeare há inúmeras representações no castelo.

















No pátio em frente, existem vários canhões apontam para o estreito de  Øresund, onde o rei cobrava pedágio dos navios que ali passavam.











Depois de ver tudo, caminhamos de volta à estação, tomamos o trem e retornamos à Copenhagen. Há trens a cada 20 minutos, e a viagem dura cerca de 50 minutos. Não podemos deixar de lembrar de tomar sorvetes, muito bem feitos, em todas as atrações.
Para quem não tem o Copenhagen Card, é possível fazer uma excursão aos dois castelos por 720 DKK, com duração de 6 horas, através de agência de turismo.
À noite fomos ao Nyhavn para jantar – andamos pelos restaurantes olhando os cardápios – os pratos e os preços são bem parecidos e salgados. Geralmente um prato de salmão, um de carne de gado e um de carneiro ou porco, além das saladas. Como é uma área turística, tudo é caro. Os vinhos são proibitivos – aliás, não só lá, mas em todos os restaurantes, por isso é comum tomar apenas taças de vinho, que também são caras, mas cabem nos orçamentos. Comer na área externa do restaurante é sempre mais gostoso, especialmente nos almoços em dias de sol, mas como sempre à noite, mesmo no verão, a temperatura despenca e a comida esfria muito rápido. Optamos pelo Gasten & Galionem, que achamos bem razoável.




  
  

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