15° DIA 07 JUL: TALLIN


        Nosso porto de parada de hoje era Tallin, capital da Estônia, um dos países bálticos que fazia parte da União Soviética até 1991.
        A Estônia é um pequeno país de 1.2 milhões de habitantes, cuja capital, Tallin, tem 400.000. Sua renda provém de produtos agrícolas, mais precisamente, madeira, e de serviços de logística na parte de envio de carga portuária. Ao longo de sua história de cerca de 800 anos foi sucessivamente dominada por dinamarqueses, suecos, russos, alemães e novamente os russos já sob o regime comunista, tendo ficado apenas 47 anos como nação livre. Durante a excursão que fizemos, a guia, uma mulher de cerca de 45 anos, de pele bronzeada e olhos azuis, mas com uma expressão dura, ao descrever a história sempre resvalava para comentários cheios de mágoa e rancor sobre o regime de Moscou. Seus comentários eram duros sobre a utopia do comunismo, a ausência de direitos e de liberdade e a carência de produtos. Citou especificamente que lhes era negado o direito ao mar, uma vez que podiam fugir!
        Contratamos uma excursão do navio – Tallin Highlights – com duração de 3 ½ horas para conhecer a cidade. O porto era logo pertinho da cidade antiga e havia um “shuttle bus” que poderia ser utilizado por quem não queria fazer excursão. Não passamos por controle de passaporte. Em frente ao cais havia uma tenda enorme com loja de souvenir e uma lanchonete, com internet livre, a qual usamos na volta da excursão.
        A excursão nos levou ao Kadriong Park, ao Olympic Yatching Complex, onde foram realizadas as provas de iatismo na olimpíada de 1980 e ao Festival Ground – uma espécie de parque onde se realizavam festivais de música e outros. De lá fomos até um ponto onde era possível ter uma boa vista da cidade antiga bem ao lado da cidade nova.





        Rumamos então para a cidade antiga onde caminhamos por estre ruas estreitas até a Palace Square, Toompea Hill e Castelo, Parlamento, Igreja Alexandre Nevsky, Catedral de St. Mary. À medida que caminhávamos íamos ouvindo sobre a cultura e a história da cidade e do país.




 
















        De volta ao navio, fomos à academia de ginástica, às lojinhas etc...

        À noite tivemos um show de um quarteto de cordas – String Fever – muito bom. E mais tarde, Festa dos Anos 70, com a equipe de animação fazendo imitação de artistas da época das discotecas.

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